QUAL TINTA ESCOLHER?


Tinta látex acrílica – a base de resina acrílica aumenta sua resistência, por isso é a melhor para exteriores e também a mais cara. Fácil de limpar, faz sucesso dentro de casa. Use em concreto, fibrocimento, reboco, massa acrílica, gesso, telhas e textura. Acabamentos: fosco, semibrilho e acetinado.

Tinta látex PVA – à base de acetato de polivinila (PVA). Deixe-a para interiores, pois não resiste tanto às intempéries. Tem boa relação custo-benefício. Num nível médio de durabilidade e preço, há as tintas vinil-acrílicas, com características parecidas.

Textura acrílica – não é tinta, mas uma massa (colorida ou não) que permite efeitos decorativos em exteriores e interiores.

Esmalte sintético – ideal para madeira e metal, tem bom alastramento e boa aderência. Os de dupla função servem como fundo protetor contra a corrosão. Opte pelos acabamentos brilhantes e semibrilho para exteriores.

Verniz – à base de solvente, cria sobre a superfície uma película que, com o tempo, pode trincar. Aqueles com filtro solar resistem mais ao sol. A maioria usa resina alquídica. As exceções trazem a origem no nome, como o verniz poliuretânico, à base de resina de poliuretano.

Stain – penetra na madeira, transformando-se numa proteção flexível, hidrorrepelente e fungicida.

Resina acrílica – impermeabilizante incolor e brilhante para concreto, pedra, telhas de barro, tijolos aparentes e cimentados. Tem secagem rápida e bom rendimento.

Tinta epóxi – de base sintética, soma dois componentes, misturados na aplicação, feita por um pintor, de preferência. Com alta resistência à umidade, serve para paredes e pisos de concreto, reboco, azulejo, metal e madeiras não resinosas.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção – Especial Pinturas – Junho/2004

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